AROMA QUE FLUI
Serena me embriaga de orgulho
Inocente e lasciva
principalmente no fim da tarde
Hora em que o vermelho-sangue
Do Sol, se põe tão vivo e ardente
Atingindo todos os sentimentos
À beira da noite
Já de quintais abertos...
(O aroma excessivo das hortas
(alecrim, gengibre, absinto)
Fluem pensamentos visíveis
A endereços desconhecidos...)
Nenhum ruído... Todo bem-estar é casual.
Serena. Puramente Serena.
Cidade muito peculiar, de braços sempre abertos
Num reconhecimento de Deus
Em sua totalidade.
Serena, odor de Dália
Amarela em jardim fechado.
Serena, minha cidade natal-----Passos
autora: Thereza Freirez
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