Todo o tempo é significativo e deve pertencer a momentos de profundo trabalho na transformação do eu.
Não compreendemos certas sogras e certas noras que transcendem ao limite de aceitação e que fogem da circunferência substancial que a vida as envolve.
A meta existencial de cada uma deveria ser, render-se totalmente ao amor, compreensão e paciência. Se assim fosse, dissiparia toda carga de energia negativa e ambas ficariam surpresas com a profunda necessidade de se ajudarem.
Tivemos uma sogra verdadeira, de uma significante bondade, porém que falava do fundo da alma quando achava que o que dizia era o que deveria ser dito. Por isso, na dedicatória deste livro, o nome dela vem em primeiro lugar.
