De uma existência alegre, faço parte
Desfruto da mais sublime luz
No processo que desenvolveu a minha vida
Fui algo de santidade
É um mistério inexplivavelmente, inexplicável...
Renasci sob a luz do meio-dia
Num lar que pode contribuir
Para o meu crescimento espiritual.
Se a realidade humana de todos os tempos
Sempre foi sangrenta, eu pulei este degrau.
Em essência, libertei meu espírito
Sob um esforço dedicado.
Agora, movimento-me além do tempo
Sob vigilância cerrada
A espontaneidade é um marco
Que fundamenta minha natureza
E assegura minha lucidez.
Entrelaço em harmonia
O meu ontem, o meu hoje,
A minha eternidade.
Na minha área de percepção
Tentei, não consegui:
Nenhum ato pode ser pintado duas vezes
Sem transcorrer uma modificação
Não raro, projetamos sem perceber
Só nos inteiramos quando do retorno
É neste impulso que encontramos a sublimação
Tão preciosa quanto indestrutível
Nos mostra que viver
É um dever sagrado.
E este reconhecimento
Pertence ao interior da consciência.
autora: Thereza Freirez.
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