O AMOR COMUM
Com o passar dos anos, a presença dos dois dentro
da mesma casa, se torna mais insípida. O falar, se torna
Questionável. A incômoda presença de ambos é supor-
tável apenas pelo poder existente do TER. Neste ambi-
ente de extremo constrangimento, não há espaço para a
presença do SER.
O casal tem consciência de que possui uma casa, não
um lar. Gera filhos, sem a essência do amor. Leva uma
vida social comprometida com o dinheiro.
Ah! O dinheiro. Este, é o responsável pelo sórdido
casamento. Ele comanda o jogo e faz parte da nulidade
da união.
Esta incorporação, é responsável por um jogo vil, es-
quálido e também por demais arriscado, pois destrói a
autoestima do casal, levando-o ao enclausuramento
insuportável.
autora: THEREZAFREIREZ.
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