O valor de uma vida não tem preço. Principalmente
quando ainda se é muito jovem ou se já é mãe ou pai e
tem filhos pequenos para criar. Os parentes que ficam,
isto é, em caso de acidente, devem sim receber
indenização. Não pelo pagamento da vida que se foi,
mas pelas necessidades, em todos os sentidos, daqueles
que ficam. Porque a vida continua,e quem paga deveria
saber que não paga o suficiente (neste caso o suficiente
não existe), para sanar o problema e ter uma vida interior
repleta de paz, ela é um estado interior da alma, ela só
repousa onde a ideia de fidelidade é absoluta.
O que tentamos deixar aqui é a nossa condição de
fragilidade humana. Somos mortais devemos assumir que
somos. E se assumimos, devemos estar em constante
vigília tanto para com a vida como para a morte e não
esquecer que no plano físico a morte é necessária.
Outrossim, não se descabelar pelo grande mistério que
a morte nos inspira. Não temos como abordar o outro lado,
àqueles que já fizeram à travessia mesmo que estejam vivendo
ou usufruindo da plenitude celestial, não catalogou aos quatro
cantos do universo como é estar lá, as leis da ordem de
qualquer religião, quanto a esta questão também se explica
de forma ambígua. Cada crença tem seu ponto de vista,
porém não explica nada. A eternidade pertence a esfera
divina jamais saberemos seja em que milênio for.
A eternidade é um mistério enigmático; como as aves do
céu e os lírios do campo. Portanto, ela é uma parte de um
fenômeno que se chama vida e que nos é desconhecida desde
o nascimento até a morte, e depois???
autora: THEREZAFREIREZ
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