Durante a primavera da existência, o ser mergulhado
nas águas desta fonte primária, só começa a compreender
por alto, o processo que envolve a morte, de forma
rudimentar principalmente, se não perdeu nenhuma pessoa
mais querida ou que tocasse as emoções. Ele vê a morte
como algo distante e sem perda de tempo não se ocupa
com ela. Na primavera a vida parece sem limitações. Infinita.
Quando se muda para a próxima estação as coisas deixam
de ser tão prazerosas. Esse é um estágio que a vida anuncia
como é, seu roteiro é prévio com a prosperidade em alta e os
anseios sentimentais também; também deixa claro uma vertente
significativa, a consciência de que o declive é inevitável.
autora: Thereza Freirez.
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