O incolor se curva
Vieram e descobriram teu rosto
Então pude sentir um surdo cheiro de morte
Que mui sutilmente, pairava sobre teu peito
Já não me ouves, nem de longe
Ó fértil poeta dos montes
A morte confina, põe em desordem os sinos
Arranca com vigor, sem piedade, o canto preciso.
Não sei se observo a morte, ou a ti distante
Trago no meu peito um lamento
E na voz um cuidado vigilante.
Implacável e rigorosa ventura
Para lograr teus braços
Teriam que matá-la antes.
escritora: THEREZAFREIREZ
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