O PAPEL dos PAIS
Não vivendo os ciclos cronológicos, pulando etapas, a jovem
cava o seu próprio abismo. Sem noções de valores morais e
religiosos, calcada pelos recalques que carrega nos ombros, que
é ausência do amor primordial, isto é, o amor dos pais.
A alma em estado de negatividade, alarga os passos, adentra
um caminho de mão-única, enfrentando problemas de toda ordem:
de identidade, de formação do ego, responsável pela auto-estima.
Por outro lado, com a intrigante formação corporal, o namoro,
isto é, a resposta, a aceitação pelo outro, é de vital importância,
produz um sentimento diferenciado; não raro, até a positividade
de uma luz. Nela encontra-se o sentido da existência. A qualidade
do sentimento aqui, é questionável. A duração também. Nesses
casos, a jovem mantem ( tentando driblar a ansiedade que reside
em seu interior ) um relacionamento tipo gangorra.
autora: Thereza Freirez
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